A marcha destruidora da empresa espanhola IDB Brasil sobre os valiosos patrimônios da humanidade presentes na restinga de Maricá avança rapidamente, com tratores a todo o vapor nesse momento, para a implantação do mega empreendimento imobiliário Maraey.
Serão 52 prédios, 2000 mil casas, prédios comerciais, shoppings centers e campos de golfe etc, um bairro fechado numa área costeira, que deveria ser preservada diante do anúncio de mudanças climáticas. Para isso está registrada no projeto a intenção empresarial de destruir uma área relativa a 15 campos de futebol de ECOSSISTEMA NATIVO e 80 % do território do povoado pesqueiro de Zacarias, presente na localidade desde o final do século XVIII.
Estamos diante de uma verdadeira ilegalidade, pois está em vigor a liminar da Ação Civil Pública da APALMA – Associação de Preservação das Lagunas de Maricá, que proíbe qualquer empreendimento na Área de Proteção Ambiental de Maricá, ingressada na justiça em 2009. Assim, o Instituto Estadual do Ambiente – INEA e a municipalidade de Maricá violam as bases legais ao aprovarem as licenças para a construção do projeto imobiliário.










