Enquanto a Prefeitura de Rio das Ostras tenta vender a limpeza mecanizada da Lagoa de Iriry como uma “recuperação ambiental”, a realidade aos olhos da população é outra: uma medida paliativa para um problema crônico. O uso de máquinas para retirar alfaces d’água nada mais é do que enxugar gelo, já que a proliferação excessiva dessas plantas é o sintoma claro de despejo de esgoto e excesso de nutrientes na água.
Em vez de soluções definitivas, o governo municipal se limita a ações de fachada, “cobrando” publicamente a concessionária Rio+ Saneamento enquanto o ecossistema colapsa.
A presença do INEA, que deveria ser de fiscalização rigorosa, parece apenas chancelar o estado de abandono que afeta o turismo e a saúde pública.










