As máquinas utilizadas não apenas perturbam o delicado equilíbrio ecológico, mas também colocam em risco direto a vida de espécies de pequeno porte. A área de desova de tartarugas, crucial para a perpetuação dessas criaturas magníficas, está sendo comprometida. Além disso, duas espécies de lagartos em extinção e o sabiá da praia, uma espécie também ameaçada, encontram-se em uma situação vulnerável devido a estas intervenções.
A atual Política de Recuperação Florestal (PRF) não inclui um plano de manejo para a fauna local, focando apenas nas plantas exóticas, um descuido que pode ter consequências irreversíveis para a biodiversidade. Conforme a resolução CONABIO 7 da política nacional de espécies exóticas invasoras e a instrução normativa 146 do IBAMA, é essencial que planos de manejo sejam estabelecidos para proteger essas espécies nativas ameaçadas.
Pedimos a todos que se juntem ao exigir ações concretas das autoridades competentes para cessar imediatamente a destruição deste precioso ecossistema. Vamos garantir que a Praia do Pecado continue a ser um refúgio seguro para nossa vida selvagem e um tesouro natural para Macaé.










